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Cultura e Inspiração José Milton Rodrigues

Meu cantinho amado

Por José Milton Rodrigues ~ Caratinga 4 de outubro de 2015

Comecei este poema escrevendo junto e misturado.
A minha horta não tem adubo, coloco esterco orgânico que vem do gado.

Neste local antes tínhamos um pé de figo e também banana aparecida.
Com a melhoria da COPASA, nós sim mudamos tudo em nossa vida.

Se você não gostar do que falei, não me leve a mal.
Agora, mostrar eu vou, mostrarei as plantas do meu quintal.

Quando você grita e ninguém te ouve,
não é por falta de atenção, estou plantando a couve.

O que eu falei é pura verdade, não é manobra.
Depois da couve, plantei as mudas de taioba
e aproveitei os restos de comida que sobra.

O pé de couve tem dois metros de altura e você pode acreditar,
sua sombra protege as outras verduras “prô” sol não castigar.

Quando agente tem fé em Deus tudo fica mais “face”.
Aqui tem o almeirão parente da serralha,
que pode comer cru como se come alface.

O que falei, pode saber, disse com muito amor,
em nosso quintal nasce flor de toda cor.

Nós estamos sofrendo com a falta de chuva.
Mas mesmo assim temos uma bela parreira de uva.

Este simples poema eu fiz com muita emoção,
escrito pelo confrade José Milton Rodrigues
da Conferência Nossa Senhora da Consolação.

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